Muito bem...Depois de algum tempo com uma pergunta solta no ar venho trazer minha resposta, minha interpretação e visão à cerca do assunto proposto, pra terminar logo com esse tema e para que eu possa escrever um monte de coisas que estão surgindo e que tenho medo que o vento leve embora (e ele anda bem forte lá nas tardes da FACED). Mas antes disso gostaria de agradecer as pessoas que comentaram, deixaram a sua opinião, que me fizeram pensar e repensar na minha idéia e visão sobre a pergunta. Estão convidados a problematizar a minha opinião e também as demais deixadas no post anterior. Obrigada Amanda, Mary, Cíntia, Cleber, Paulo Sérgio, Rafael, Thiago (do Pilhou!) e Pietra.
Vamos ao que realmente interessa...
Vamos ao que realmente interessa...
"Nenhuma idéia vale uma vida!?"
Quando estava ouvindo esta música e resolvi postar o questionamento aqui no blog, pensei nele de uma forma um pouco diferente do que a maioria dos outros comentários mostram, e talvez por isso minha opinião seja um pouco, ou muito, diferente da maioria, mas semelhante a quase todos de certa forma.
Pensei em 'idéia' como ideal, como um objetivo, uma busca. Talvez um certo espírito 'revolucionário' (preguiçoso!) que anda latente por aqui tenha me remetido a esta interpretação, e também à conclusão que segue:
Levando em conta esta interpretação inicial afirmo que, para mim, qualquer idéia (leia-se, então, ideal) vale uma vida. Penso que quando acreditamos em uma causa e temos vontade e motivação para levá-la adiante devemos fazê-lo com todas as forças. Sim! Eu acredito que vale entregar a vida (dedicar-se ao máximo) para concretizar, ir atrás de alguma mudança, nem que seja mínima, mas necessária.
Acredito que não é preciso radicalismo para isso, pequenas ações podem significar uma vida, em uma vida podemos nos entregar muitas e muitas vezes para uma nova 'construção', ou uma 'descontrução', basta querer, basta acreditar, basta se dedicar.
Com certeza, mais que absoluta, acredito, também, que de nada vale agir em prol de um ideal quando se prejudica outras pessoas, quando se invade outros territórios de forma negativa.
Idéias são só idéias e não devem ser levadas às últimas consequências quando podem prejudicar outras pessoas.
Quando estava ouvindo esta música e resolvi postar o questionamento aqui no blog, pensei nele de uma forma um pouco diferente do que a maioria dos outros comentários mostram, e talvez por isso minha opinião seja um pouco, ou muito, diferente da maioria, mas semelhante a quase todos de certa forma.
Pensei em 'idéia' como ideal, como um objetivo, uma busca. Talvez um certo espírito 'revolucionário' (preguiçoso!) que anda latente por aqui tenha me remetido a esta interpretação, e também à conclusão que segue:
Levando em conta esta interpretação inicial afirmo que, para mim, qualquer idéia (leia-se, então, ideal) vale uma vida. Penso que quando acreditamos em uma causa e temos vontade e motivação para levá-la adiante devemos fazê-lo com todas as forças. Sim! Eu acredito que vale entregar a vida (dedicar-se ao máximo) para concretizar, ir atrás de alguma mudança, nem que seja mínima, mas necessária.
Acredito que não é preciso radicalismo para isso, pequenas ações podem significar uma vida, em uma vida podemos nos entregar muitas e muitas vezes para uma nova 'construção', ou uma 'descontrução', basta querer, basta acreditar, basta se dedicar.
Com certeza, mais que absoluta, acredito, também, que de nada vale agir em prol de um ideal quando se prejudica outras pessoas, quando se invade outros territórios de forma negativa.
Idéias são só idéias e não devem ser levadas às últimas consequências quando podem prejudicar outras pessoas.
"Idéias são só idéias quando não transformadas em ideais!" (A.M.P)